ISRAEL, PALESTINA E A JERUSALÉM XXI
A história de Israel é antiga. Quem não conhece a história de Abraão? Pois é, o Deus de Abraão é aquele que é o único Deus nas 3 maiores religiões monoteístas do mundo, ou supostamente O é para o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
Para os judeus, Deus ordenou a Abraão que deixasse a sua terra (Ur da Caldéia, onde hoje está o Iraque) e fosse para a região que lhe daria por sua herança em troca de sua fidelidade e aliança eterna com Ele, a terra era a de Canaã, onde hoje se encontra Israel ou Palestina.
A terra em si é sagrada para as três religiões, já que é lá que se concentrou o início do povo de Deus na história. Ao Abraão se estabelecer na terra que Deus lhe prometera, começou a criar raízes e fundar o núcleo judeu, onde os primeiros homens foram circuncidados pela nova Aliança de Deus com os homens, ali nascera a Civilização Transcendental por excelência. Com o passar dos séculos os judeus são escravizados no Egito e libertos com Moisés voltam para Canaã que estaria ocupada com os povos nativos cananeus. Aos poucos Israel foi conquistando as terras sagradas e Jerusalém fora transformada na sua capital, principalmente com a ascensão do Rei Davi que constrói a Cidade de Davi e torna Jerusalém na sede do Reino do Povo de Deus, ao mesmo tempo, se eleva o Monte Sião na história como “O Monte de Deus”, mais tarde, o filho de Davi, Salomão constrói o Templo de Javé (ou Jeová), fica pronta assim, a ascensão de Jerusalém como a Cidade Santa, isto é, a cidade em que Deus desceu para morar com seu povo. Desde então, Jerusalém é o centro da União de Deus com os Homens, ela é citada centenas de vezes no antigo testamento e mais de cem vezes no novo, é com seu nome que é chamada a “Cidade do Céu ou Celeste”, A Nova Jerusalém, também conhecida como a “Noiva de Deus ou do Cordeiro”.


Para os judeus Jerusalém é a cidade sagrada, donde Deus escolheu para construir o seu Templo e habitar entre os homens chamando-os do mundo todo para a paz. Para os Cristãos é igualmente a cidade Santa, donde também Jesus, o Filho de Deus, desceu ao mundo e visitou a Terra que escolheu nascer, Israel. Em Jerusalém, Jesus Cristo morreu crucificado e salvou a humanidade dos pecados, realizando assim, a promessa de Deus em vir ao mundo para atrair os povos de toda a Terra para servir e amar ao Senhor. Para os muçulmanos, é o lugar onde eles acreditam que Maomé subiu aos céus, sendo um lugar de veneração por ele ter visitado este local. Embora não haja nenhum relato histórico que comprove que Jerusalém é a cidade onde Maomé morreu ou tenha dedicado grande importância. Na verdade, Maomé sabe-se que morreu em Medina, cidade sagrada para o Islamismo. Os primeiros muçulmanos até repreenderam Maomé por ter adotado um costume judeu de orar em direção à Jerusalém. No Al Corão não há nenhuma citação a esta cidade e as primeiras gerações muçulmanas se quer deram importância para ela. Maomé, acredita-se, tenha visitado Jerusalém numa única vez, a grosso modo, Jerusalém é para os judeus e cristãos o que é Meca e Medina para os muçulmanos. Para os cristãos e judeus toda a sua história e identidade se encontra centrada e enraizada em Jerusalém e em toda a Terra de Israel.
Quem é o povo palestino que reivindica a Terra de Israel para si? São árabes como os sírios e iraquianos. A maioria deles são descendentes de árabes provenientes de regiões vizinhas ainda nas primeiras décadas do século XX. Antes disso, a terra era dessolada, desabitada, um grande deserto em abandono, até as cidades mais sagradas para judeus e cristãos estavam em ruínas. Algumas fontes indicam que a população em média ao longo de 2 mil anos, desde que os judeus se espalharam da perseguição romana na conhecida Diáspora judaica, não passava de 300 mil pessoas com ligeiras quedas e retornos, já que historicamente foi uma região cobiçada pelas mais diversas nações do mundo todo, por último dominou o Reino Unido que estabeleceu um protetorado (domínio sobre guarda) nesta região que desde o Império Romano era conhecida como “Palestina”. Palestina é uma palavra de origem hebraica, Peleshet, “invasor”, ela fora atribuída pelos judeus aos filisteus (Filístia ou Filisteia) que se instalaram em terras hebraicas, ainda nos tempos de Abraão e principalmente quando do completo domínio de Canaã pelos israelitas. Os Filisteus têm origem na Ilha de Creta (Grécia) e se estabeleciam junto às costas marítimas, assim fundaram Gaza que hoje é a principal cidade da “comunidade Palestina”.
O Reino Unido só se retirou de Israel em 1947, durante este tempo, os judeus estavam em grande parte proibidos de se mudarem para lá, porém, o mesmo não ocorreu em relação aos imigrantes árabes das regiões vizinhas que com a reconstrução de Israel pelos judeus (mesmo grande parte deles não morando lá, lembrando que até hoje uma das principais fontes de renda para os judeus é o grande volume de recursos que os judeus do mundo todo investem e enviam para Israel, seja para investir, seja para doar) foram se instalando na região na esperança de encontrar uma melhor qualidade de vida. No entanto, apesar do desenvolvimento e da tolerância judaica em relação a tudo isto, os países vizinhos ameaçaram uma guerra de DEVASTAÇÃO de Israel, caso os judeus viessem e instalassem realmente o Estado Judeu, dito e feito, no ano seguinte, 1948, Israel é oficializado e já inicia sua nova história com uma guerra contra os vizinhos sírios, libaneses, jordanianos e egípcios. Israel venceu a guerra e assim continuou até o momento presente.
Quando da fundação do novo Estado de Israel, a comunidade internacional acordou com os israelenses a divisão das terras até então em 2 Estados, um Judeu e outro Palestino. Porém, os árabes vizinhos não aceitaram e convenceram os árabes palestinos a também não aceitarem. De lá para cá o conflito que o mundo todo se diz preocupar e na maioria das vezes de forma equivocada e falsa é essa: os muçulmanos NÃO ACEITAM O ESTADO DE ISRAEL enquanto que os palestinos reivindicam toda a terra para eles. Só que há um pequeno problema; palestina nunca foi uma nação, antes os judeus são os verdadeiros palestinos ainda que com os árabes que habitam desde os tempos remotos, mas não existe uma nação árabe palestina e outra judaica, existe uma terra chamada Palestina, que é a mesma Canaã ou Israel e árabes e judeus que habitam o local milenarmente. Os judeus, nesses 2 mil anos que se passaram nunca abandonaram totalmente a Terra de Israel e sua eterna capital, Jerusalém, os árabes que nunca construíram uma civilização organizada nesta terra só há tinham, quando muito, como mero domínio sob o jugo de outra nação árabe que nem se quer dava importância para esta terra, nem se preocupava em desenvolvê-la, foi desse modo que Reino Unido em meados do século XIX incorporou a terra palestina na intenção de ajudar os judeus a reconstruir o Estado Judaico.
Jerusalém é reivindicada pelos judeus como sua capital e os “palestinos” como também sua, porém, enquanto ela estava totalmente a mercê dos árabes, eles nunca transformaram-na numa cidade bela e habitada, ao contrário, Jerusalém estava em ruínas. Os judeus nunca impediram de os árabes palestinos (este é termo mais correto, pois são árabes que historicamente habitaram a região) receberem cidadania e nacionalidade israelense, ao contrário, incentivaram-nos. Porém, foram os próprios árabes de outras nações que impediram os árabes palestinos de aceitarem um acordo de paz e fraternidade. Sempre os vizinhos fizeram a cabeça das massas populares árabes da região a não aceitarem acordo de paz e de mútua cooperação.
Portanto, não haverá paz em Israel e naquela região, pois a culpa é do próprio egoísmo de lideranças árabes de movimentos antissemitas. Jerusalém é capital judaica por excelência, não o é para muçulmanos, é também para os cristãos. Jerusalém é a verdadeira capital da Palestina, mas não da Palestina criada pela mídia internacional, esta nunca existiu, apenas a terra e que por sinal com nome errôneo. Os palestinos originais, isto é, os filisteus habitaram somente à costa mediterrânea do atual Israel, mais exatamente onde está Faixa de Gaza, o resto nunca foi dominado pelos filisteus. Se fosse realmente levar ao pé da letra, a única terra que os “palestinos” deveriam ter é a estreita Faixa de Gaza que por sua vez já foi devolvida por Israel aos ditos palestinos. Outro ponto a ser ressaltado é que, os palestinos árabes atuais em nada tem haver com os filisteus ou filistinos do passado. Os que se dizem palestinos atuais são nada mais nada menos que árabes, que é verdade, habitaram a região desde o tempo de Maomé, mas nunca construíram uma nação neste local de fato, ela sempre foi para o mundo árabe uma mera província sem valor efetivo. Por outro lado, palestinos foi o nome dado pelos romanos como “pirraça” aos judeus no tempo da conquista, já que Israel sempre foi foco de resistência contra o domínio romano, inclusive culturalmente, então, eles foram batizados pelo nome do povo inimigo número um dos judeus historicamente, os filisteus, que chamado invasores, de fato, invadiram a terra judaica e durante muito tempo guerrearam contra os judeus, porém os filisteus foram extintos completamente do mapa e só foram “ressuscitados” não por Jesus até o momento, mas pelo Império Romano como já dito.
Até hoje, o nacionalismo israelense é muito forte e somente por isso (e para quem acredita também a fé) eles existem e resistem até hoje no mundo todo, após perseguições, exílios, guerras, holocaustos e escravidão.
Há sim que se preocupar em criar mecanismo de paz, mas este mecanismo já existe, a tolerância, e esta está TOTALMENTE FORA DE COGITAÇÃO pelas lideranças árabes. Quem sofre com isso, no entanto, são os próprios árabes palestinos que intimidados pelos irmãos egoístas maiores são obrigados a sustentar um estado de guerra constante acabando com toda sorte de prosperidade e qualidade de vida para si e seus vizinhos.
Jerusalém do século XXI não estará fadada novamente a destruição, pela qual já sobreviveu 116 vezes, entre elas 2 completas ruínas, mas será proclamada a Cidade Santa, Cidade da Paz, aliás este é o nome e significado dela, Jebus (nome do povo original que fundou Jerusalém e que significa “cidade”) e Salém (paz), Cidade da Paz destinada a ser a capital, sim, da humanidade, mas da nova humanidade que quer a real paz e não a que alimenta guerras e rixas.
O movimento de verdadeira justiça e consciência para com os irmãos judeus cresce no mundo todo espontaneamente nos corações daqueles que buscam verdadeira paz. Shalom!
A história de Israel é antiga. Quem não conhece a história de Abraão? Pois é, o Deus de Abraão é aquele que é o único Deus nas 3 maiores religiões monoteístas do mundo, ou supostamente O é para o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
Para os judeus, Deus ordenou a Abraão que deixasse a sua terra (Ur da Caldéia, onde hoje está o Iraque) e fosse para a região que lhe daria por sua herança em troca de sua fidelidade e aliança eterna com Ele, a terra era a de Canaã, onde hoje se encontra Israel ou Palestina.
A terra em si é sagrada para as três religiões, já que é lá que se concentrou o início do povo de Deus na história. Ao Abraão se estabelecer na terra que Deus lhe prometera, começou a criar raízes e fundar o núcleo judeu, onde os primeiros homens foram circuncidados pela nova Aliança de Deus com os homens, ali nascera a Civilização Transcendental por excelência. Com o passar dos séculos os judeus são escravizados no Egito e libertos com Moisés voltam para Canaã que estaria ocupada com os povos nativos cananeus. Aos poucos Israel foi conquistando as terras sagradas e Jerusalém fora transformada na sua capital, principalmente com a ascensão do Rei Davi que constrói a Cidade de Davi e torna Jerusalém na sede do Reino do Povo de Deus, ao mesmo tempo, se eleva o Monte Sião na história como “O Monte de Deus”, mais tarde, o filho de Davi, Salomão constrói o Templo de Javé (ou Jeová), fica pronta assim, a ascensão de Jerusalém como a Cidade Santa, isto é, a cidade em que Deus desceu para morar com seu povo. Desde então, Jerusalém é o centro da União de Deus com os Homens, ela é citada centenas de vezes no antigo testamento e mais de cem vezes no novo, é com seu nome que é chamada a “Cidade do Céu ou Celeste”, A Nova Jerusalém, também conhecida como a “Noiva de Deus ou do Cordeiro”.


Para os cristãos e judeus toda a sua história e identidade se encontra centrada e enraizada em Jerusalém e em toda a Terra de Israel.
Para os judeus Jerusalém é a cidade sagrada, donde Deus escolheu para construir o seu Templo e habitar entre os homens chamando-os do mundo todo para a paz. Para os Cristãos é igualmente a cidade Santa, donde também Jesus, o Filho de Deus, desceu ao mundo e visitou a Terra que escolheu nascer, Israel. Em Jerusalém, Jesus Cristo morreu crucificado e salvou a humanidade dos pecados, realizando assim, a promessa de Deus em vir ao mundo para atrair os povos de toda a Terra para servir e amar ao Senhor. Para os muçulmanos, é o lugar onde eles acreditam que Maomé subiu aos céus, sendo um lugar de veneração por ele ter visitado este local. Embora não haja nenhum relato histórico que comprove que Jerusalém é a cidade onde Maomé morreu ou tenha dedicado grande importância. Na verdade, Maomé sabe-se que morreu em Medina, cidade sagrada para o Islamismo. Os primeiros muçulmanos até repreenderam Maomé por ter adotado um costume judeu de orar em direção à Jerusalém. No Al Corão não há nenhuma citação a esta cidade e as primeiras gerações muçulmanas se quer deram importância para ela. Maomé, acredita-se, tenha visitado Jerusalém numa única vez, a grosso modo, Jerusalém é para os judeus e cristãos o que é Meca e Medina para os muçulmanos. Para os cristãos e judeus toda a sua história e identidade se encontra centrada e enraizada em Jerusalém e em toda a Terra de Israel.
Palestina é uma palavra de origem hebraica, Peleshet, “invasor”, ela fora atribuída pelos judeus aos filisteus (Filístia ou Filisteia) que se instalaram em terras hebraicas, ainda nos tempos de Abraão e principalmente quando do completo domínio de Canaã pelos israelitas
Quem é o povo palestino que reivindica a Terra de Israel para si? São árabes como os sírios e iraquianos. A maioria deles são descendentes de árabes provenientes de regiões vizinhas ainda nas primeiras décadas do século XX. Antes disso, a terra era dessolada, desabitada, um grande deserto em abandono, até as cidades mais sagradas para judeus e cristãos estavam em ruínas. Algumas fontes indicam que a população em média ao longo de 2 mil anos, desde que os judeus se espalharam da perseguição romana na conhecida Diáspora judaica, não passava de 300 mil pessoas com ligeiras quedas e retornos, já que historicamente foi uma região cobiçada pelas mais diversas nações do mundo todo, por último dominou o Reino Unido que estabeleceu um protetorado (domínio sobre guarda) nesta região que desde o Império Romano era conhecida como “Palestina”. Palestina é uma palavra de origem hebraica, Peleshet, “invasor”, ela fora atribuída pelos judeus aos filisteus (Filístia ou Filisteia) que se instalaram em terras hebraicas, ainda nos tempos de Abraão e principalmente quando do completo domínio de Canaã pelos israelitas. Os Filisteus têm origem na Ilha de Creta (Grécia) e se estabeleciam junto às costas marítimas, assim fundaram Gaza que hoje é a principal cidade da “comunidade Palestina”.
O Reino Unido só se retirou de Israel em 1947, durante este tempo, os judeus estavam em grande parte proibidos de se mudarem para lá, porém, o mesmo não ocorreu em relação aos imigrantes árabes das regiões vizinhas que com a reconstrução de Israel pelos judeus (mesmo grande parte deles não morando lá, lembrando que até hoje uma das principais fontes de renda para os judeus é o grande volume de recursos que os judeus do mundo todo investem e enviam para Israel, seja para investir, seja para doar) foram se instalando na região na esperança de encontrar uma melhor qualidade de vida. No entanto, apesar do desenvolvimento e da tolerância judaica em relação a tudo isto, os países vizinhos ameaçaram uma guerra de DEVASTAÇÃO de Israel, caso os judeus viessem e instalassem realmente o Estado Judeu, dito e feito, no ano seguinte, 1948, Israel é oficializado e já inicia sua nova história com uma guerra contra os vizinhos sírios, libaneses, jordanianos e egípcios. Israel venceu a guerra e assim continuou até o momento presente.
Quando da fundação do novo Estado de Israel, a comunidade internacional acordou com os israelenses a divisão das terras até então em 2 Estados, um Judeu e outro Palestino. Porém, os árabes vizinhos não aceitaram e convenceram os árabes palestinos a também não aceitarem. De lá para cá o conflito que o mundo todo se diz preocupar e na maioria das vezes de forma equivocada e falsa é essa: os muçulmanos NÃO ACEITAM O ESTADO DE ISRAEL enquanto que os palestinos reivindicam toda a terra para eles. Só que há um pequeno problema; palestina nunca foi uma nação, antes os judeus são os verdadeiros palestinos ainda que com os árabes que habitam desde os tempos remotos, mas não existe uma nação árabe palestina e outra judaica, existe uma terra chamada Palestina, que é a mesma Canaã ou Israel e árabes e judeus que habitam o local milenarmente. Os judeus, nesses 2 mil anos que se passaram nunca abandonaram totalmente a Terra de Israel e sua eterna capital, Jerusalém, os árabes que nunca construíram uma civilização organizada nesta terra só há tinham, quando muito, como mero domínio sob o jugo de outra nação árabe que nem se quer dava importância para esta terra, nem se preocupava em desenvolvê-la, foi desse modo que Reino Unido em meados do século XIX incorporou a terra palestina na intenção de ajudar os judeus a reconstruir o Estado Judaico.
não haverá paz em Israel e naquela região, pois a culpa é do próprio egoísmo de lideranças árabes de movimentos antissemitas
Jerusalém é reivindicada pelos judeus como sua capital e os “palestinos” como também sua, porém, enquanto ela estava totalmente a mercê dos árabes, eles nunca transformaram-na numa cidade bela e habitada, ao contrário, Jerusalém estava em ruínas. Os judeus nunca impediram de os árabes palestinos (este é termo mais correto, pois são árabes que historicamente habitaram a região) receberem cidadania e nacionalidade israelense, ao contrário, incentivaram-nos. Porém, foram os próprios árabes de outras nações que impediram os árabes palestinos de aceitarem um acordo de paz e fraternidade. Sempre os vizinhos fizeram a cabeça das massas populares árabes da região a não aceitarem acordo de paz e de mútua cooperação.
Portanto, não haverá paz em Israel e naquela região, pois a culpa é do próprio egoísmo de lideranças árabes de movimentos antissemitas. Jerusalém é capital judaica por excelência, não o é para muçulmanos, é também para os cristãos. Jerusalém é a verdadeira capital da Palestina, mas não da Palestina criada pela mídia internacional, esta nunca existiu, apenas a terra e que por sinal com nome errôneo. Os palestinos originais, isto é, os filisteus habitaram somente à costa mediterrânea do atual Israel, mais exatamente onde está Faixa de Gaza, o resto nunca foi dominado pelos filisteus. Se fosse realmente levar ao pé da letra, a única terra que os “palestinos” deveriam ter é a estreita Faixa de Gaza que por sua vez já foi devolvida por Israel aos ditos palestinos. Outro ponto a ser ressaltado é que, os palestinos árabes atuais em nada tem haver com os filisteus ou filistinos do passado. Os que se dizem palestinos atuais são nada mais nada menos que árabes, que é verdade, habitaram a região desde o tempo de Maomé, mas nunca construíram uma nação neste local de fato, ela sempre foi para o mundo árabe uma mera província sem valor efetivo. Por outro lado, palestinos foi o nome dado pelos romanos como “pirraça” aos judeus no tempo da conquista, já que Israel sempre foi foco de resistência contra o domínio romano, inclusive culturalmente, então, eles foram batizados pelo nome do povo inimigo número um dos judeus historicamente, os filisteus, que chamado invasores, de fato, invadiram a terra judaica e durante muito tempo guerrearam contra os judeus, porém os filisteus foram extintos completamente do mapa e só foram “ressuscitados” não por Jesus até o momento, mas pelo Império Romano como já dito.
Até hoje, o nacionalismo israelense é muito forte e somente por isso (e para quem acredita também a fé) eles existem e resistem até hoje no mundo todo, após perseguições, exílios, guerras, holocaustos e escravidão.
Jerusalém do século XXI não estará fadada novamente a destruição, pela qual já sobreviveu 116 vezes...o movimento de verdadeira justiça e consciência para com os irmãos judeus cresce no mundo todo espontaneamente nos corações daqueles que buscam verdadeira paz.
Há sim que se preocupar em criar mecanismo de paz, mas este mecanismo já existe, a tolerância, e esta está TOTALMENTE FORA DE COGITAÇÃO pelas lideranças árabes. Quem sofre com isso, no entanto, são os próprios árabes palestinos que intimidados pelos irmãos egoístas maiores são obrigados a sustentar um estado de guerra constante acabando com toda sorte de prosperidade e qualidade de vida para si e seus vizinhos.
Jerusalém do século XXI não estará fadada novamente a destruição, pela qual já sobreviveu 116 vezes, entre elas 2 completas ruínas, mas será proclamada a Cidade Santa, Cidade da Paz, aliás este é o nome e significado dela, Jebus (nome do povo original que fundou Jerusalém e que significa “cidade”) e Salém (paz), Cidade da Paz destinada a ser a capital, sim, da humanidade, mas da nova humanidade que quer a real paz e não a que alimenta guerras e rixas.
O movimento de verdadeira justiça e consciência para com os irmãos judeus cresce no mundo todo espontaneamente nos corações daqueles que buscam verdadeira paz. Shalom!



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