Parte 5- Final
Sobretudo, as cidades pequenas e os seus moradores devem saber quais são suas deficiências e quais oportunidades lucrativas pode-se extrair delas, de forma a beneficiar o empreendedor e também aqueles a quem dirige-se tal empreendimento. Hoje em dia há tecnologia para fazer chover e para não fazer chover, tornar aplainada a terra ou transformá-la num monte, construir uma ponte ou um porto hidroviário, extrair ferro da terra ou reciclar o já existente e abundante nos depósitos. Se o frango é caro, crie frango, se mantê-los é caro, venda-os. Se a energia vem cara e o sol é quente, compre uma caixa d’água metálica com boa condução de calor e ponha-a, se o clima é frio, construa uma chaminé e com lenha ou carvão conduza o calor até a caixa. Troque as lâmpadas incandescentes por leds, maior economia e igual ou melhor luz. Cabe ao indivíduo, portanto, a tarefa de se tornar viável o seu progresso e o progresso do meio em que vive.
Identifica-se com esta breve e humilde análise que para um equilíbrio do progresso para os pequenos municípios deve-se, buscar meios de garantir livre intercâmbio social e tecnológico/científico, interações sociais organizadas, diretrizes políticas de caráter pós e supra ideológicos, na medida do possível, um ponto de convergência mais meio-a-meio, tanto em dependência externa, quanto interna, porém, isto varia de município para município segundo a sua capacidade e necessidade, mas a busca pelo equilíbrio deve-se buscar sempre e de forma equânime para que o surgir de crises abalem o mínimo possível uma microeconomia, ao passo que, maximize sua recuperação e aceleração de crescimento sustentável.
No próximo artigo aprofundaremos esta análise dos pequenos municípios com a política geral que se tem no Brasil de transformar as prefeituras como patrocinadoras e verdadeiras tutoras do “progresso microeconômico”. Mas, será que isto é verdade? Serão as prefeituras a solução para o progresso das pequenas povoações ou verdadeiras vacas gordas emperradas na lama do pasto?
[1]https://cidades.ibge.gov.br/ acesso as 12:00 15/12/2017 (referência)
[2]http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2015/07/tecnologia-promove-purificacao-da-agua-em-comunidades-isoladas-da-amazonia/purificador_inpa_1.jpg/view acesso as 12:01 15/12/2017 (referência)
[3]http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/relacoes_internacionais/assuntos_internacionais/index.php?p=146728 acesso em 17:20 16/12/2017 (referência)
[4]http://www.japaoemfoco.com/cidades-irmas-entre-brasil-e-japao/ acesso em 17:21 16/12/2017 (referência)
Leia também:Parte 1: A grande dependência externa dos pequenos municípios e Taiobeiras neste contexto
Parte 2: A grande dependência...
Parte 3
Parte 4
Sobretudo, as cidades pequenas e os seus moradores devem saber quais são suas deficiências e quais oportunidades lucrativas pode-se extrair delas, de forma a beneficiar o empreendedor e também aqueles a quem dirige-se tal empreendimento. Hoje em dia há tecnologia para fazer chover e para não fazer chover, tornar aplainada a terra ou transformá-la num monte, construir uma ponte ou um porto hidroviário, extrair ferro da terra ou reciclar o já existente e abundante nos depósitos. Se o frango é caro, crie frango, se mantê-los é caro, venda-os. Se a energia vem cara e o sol é quente, compre uma caixa d’água metálica com boa condução de calor e ponha-a, se o clima é frio, construa uma chaminé e com lenha ou carvão conduza o calor até a caixa. Troque as lâmpadas incandescentes por leds, maior economia e igual ou melhor luz. Cabe ao indivíduo, portanto, a tarefa de se tornar viável o seu progresso e o progresso do meio em que vive.
Identifica-se com esta breve e humilde análise que para um equilíbrio do progresso para os pequenos municípios deve-se, buscar meios de garantir livre intercâmbio social e tecnológico/científico, interações sociais organizadas, diretrizes políticas de caráter pós e supra ideológicos, na medida do possível, um ponto de convergência mais meio-a-meio, tanto em dependência externa, quanto interna, porém, isto varia de município para município segundo a sua capacidade e necessidade, mas a busca pelo equilíbrio deve-se buscar sempre e de forma equânime para que o surgir de crises abalem o mínimo possível uma microeconomia, ao passo que, maximize sua recuperação e aceleração de crescimento sustentável.
No próximo artigo aprofundaremos esta análise dos pequenos municípios com a política geral que se tem no Brasil de transformar as prefeituras como patrocinadoras e verdadeiras tutoras do “progresso microeconômico”. Mas, será que isto é verdade? Serão as prefeituras a solução para o progresso das pequenas povoações ou verdadeiras vacas gordas emperradas na lama do pasto?
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