Opinião de Thiarles Soares;
São Paulo, 02/11, dia de Finados,No Artigo Anterior falei sobre como a Mídia pretende destruir Jair Bolsonaro através das taxações típicas do marxismo, agora pretendo realçar esta tese argumentando a relação entre Bolsonaro e a Extrema Direita no Brasil.
Extrema Direita é um termo que ainda causa sombras de medo no Brasil, porque a extrema direita é associada aos massacres do holocausto, a perseguição fascista na Espanha, Itália e etc, no entanto, o que prega a Extrema Direita é o fim do Estado, divisão do Estado, entreguismo à outro Estado ou seu enfraquecimento máximo com a finalidade de promover uma revolução de Extrema-Direita, uma reformulação e reconfiguração do Estado atual. A extrema direita também é associada à perseguição religiosa, a estrangeiros, e pessoas de outras raças. No Brasil, não há nenhum partido político que seja de Direita (nem de Centro e nem de Extrema), porém há seguimentos da sociedade que são, um exemplo é o movimento "O Sul é o meu País".
O Movimento "O Sul é o meu País" pretende transformar o Sul do Brasil numa nova nação separada e independente do Brasil, este grupo sim, de extrema direita, pretende dividir o estado brasileiro com a tese de que o Sul possui cultura, tradições e histórias diferentes do resto do país, além de ter um histórico de progresso maior que toda a nação, no entanto, de forma totalmente equivocada argumentam isto, pois o Sul do país possui tanta congruência com o resto do país quanto o sertão da Paraíba. O Sul foi colonizado pelos portugueses, possuiu uma cultura de escravos, foi conquistado através das missões jesuíticas que catequizaram os índios, uma marca histórica registrada são as ruínas de São Miguel das Missões, patrimônio histórico de importância inestimável para o país. O Sul do Brasil também contribuiu muito para a política do país, o Sul é muito político se comparado à outras regiões, isto se deve à suas "raízes farroupilhas", mas mesmo este movimento que marcou a história do país não é exclusivo do Sul, houve muitos outros movimentos tanto quanto ou maiores em outros estados e regiões, caso isso justificasse a separação, o Brasil hoje ou futuramente estaria fadado ao desmantelamento completo, porém a Direita brasileira nada tem a ganhar com o desmantelamento do Estado Brasileiro, ao passo que a Extrema Esquerda tem, e muito. A extrema direita favorece o enfraquecimento do estado ao passo que também favorece a divisão do país, isto é, o que a extrema esquerda do país vêm tentando fazer a um século, por exemplo com a divisão étnica do país em negros, pardos, brancos e índios, ora, alguém avise esta extrema esquerda que o Brasil é um país miscigenado, não há praticamente ninguém com sangue brasileiros que não seja uma verdadeira mistura de raças e etnias, mas a extrema direita idiota ou maldosa acredita que sim, que os sulistas são "criteriosamente europeus transladados", mas o Sul é tão miscigenado quanto o Nordeste e Norte do país.
Jair Bolsonaro não é um politico com discursos extremistas de direita, visto que não defende um puritanismo religioso a rigor, divisão do Estado, ou reformulação e/ou reconfiguração do Estado, Fim do Estado Brasileiro, nem mesmo defende uma ditadura de direita, até porque, isto vai contra os princípios de direita que defende um Estado pequeno, porém soberano, subordinado às pessoas e não ditador absoluto, conservador e não perseguidor das religiões. Um exemplo de associação grotesca são as taxações de xenófobo e homófobo por respectivamente defender maior controle de quem entra no país e defender que o Estado não deve incentivar o homossexualismo ou querer diminuir homofobia através de doutrinação de crianças com 6 ou 7 anos de idade. Jair Bolsonaro, ao contrário, não defende o fim do Estado, nem defende perseguição à homossexuais, nem impedimento da vinda de estrangeiros para o país, não defende o fim da liberdade religiosa, ele defende a demais, o patriotismo nacional, algo que se perdeu com as doutrinações marxistas pelo país, o conservadorismo que é a manutenção das boas tradições, e a menor interferência do Estado na vida do cidadão.
Com isto percebe-se que há no Brasil dois movimentos perigosos e destrutivos ao país, a extrema-direita e a extrema-esquerda, ambas pregam a divisão nacional, quebra do Estado e possível guerra civil advinda com a incongruência de grupos classistas militantes. Jair Bolsonaro, no entanto, aparece como uma figura patriótica, conservadora, relativamente liberal e cristã, tudo o que nem a esquerda e nem a extrema direita quer para o país atualmente. Com isto, tem-se que há grande fragilidade na taxação de extremo-direita de Jair Bolsonaro e a Extrema Direita de fato.
No próximo artigo vou continuar a argumentação de Como a mídia pretende destruir Bolsonaro, antes das próximas eleições.
São Paulo, 02/11, dia de Finados,
No Brasil, não há nenhum partido político que seja de Direita (nem de Centro e nem de Extrema), porém há seguimentos da sociedade que são, um exemplo é o movimento "O Sul é o meu País."
Extrema Direita é um termo que ainda causa sombras de medo no Brasil, porque a extrema direita é associada aos massacres do holocausto, a perseguição fascista na Espanha, Itália e etc, no entanto, o que prega a Extrema Direita é o fim do Estado, divisão do Estado, entreguismo à outro Estado ou seu enfraquecimento máximo com a finalidade de promover uma revolução de Extrema-Direita, uma reformulação e reconfiguração do Estado atual. A extrema direita também é associada à perseguição religiosa, a estrangeiros, e pessoas de outras raças. No Brasil, não há nenhum partido político que seja de Direita (nem de Centro e nem de Extrema), porém há seguimentos da sociedade que são, um exemplo é o movimento "O Sul é o meu País".
A extrema direita favorece o enfraquecimento do estado ao passo que também favorece a divisão do país, isto é, o que a extrema esquerda do país vêm tentando fazer a um século
O Movimento "O Sul é o meu País" pretende transformar o Sul do Brasil numa nova nação separada e independente do Brasil, este grupo sim, de extrema direita, pretende dividir o estado brasileiro com a tese de que o Sul possui cultura, tradições e histórias diferentes do resto do país, além de ter um histórico de progresso maior que toda a nação, no entanto, de forma totalmente equivocada argumentam isto, pois o Sul do país possui tanta congruência com o resto do país quanto o sertão da Paraíba. O Sul foi colonizado pelos portugueses, possuiu uma cultura de escravos, foi conquistado através das missões jesuíticas que catequizaram os índios, uma marca histórica registrada são as ruínas de São Miguel das Missões, patrimônio histórico de importância inestimável para o país. O Sul do Brasil também contribuiu muito para a política do país, o Sul é muito político se comparado à outras regiões, isto se deve à suas "raízes farroupilhas", mas mesmo este movimento que marcou a história do país não é exclusivo do Sul, houve muitos outros movimentos tanto quanto ou maiores em outros estados e regiões, caso isso justificasse a separação, o Brasil hoje ou futuramente estaria fadado ao desmantelamento completo, porém a Direita brasileira nada tem a ganhar com o desmantelamento do Estado Brasileiro, ao passo que a Extrema Esquerda tem, e muito. A extrema direita favorece o enfraquecimento do estado ao passo que também favorece a divisão do país, isto é, o que a extrema esquerda do país vêm tentando fazer a um século, por exemplo com a divisão étnica do país em negros, pardos, brancos e índios, ora, alguém avise esta extrema esquerda que o Brasil é um país miscigenado, não há praticamente ninguém com sangue brasileiros que não seja uma verdadeira mistura de raças e etnias, mas a extrema direita idiota ou maldosa acredita que sim, que os sulistas são "criteriosamente europeus transladados", mas o Sul é tão miscigenado quanto o Nordeste e Norte do país.
Com isto percebe-se que há no Brasil dois movimentos perigosos e destrutivos ao país, a extrema-direita e a extrema-esquerda
Jair Bolsonaro não é um politico com discursos extremistas de direita, visto que não defende um puritanismo religioso a rigor, divisão do Estado, ou reformulação e/ou reconfiguração do Estado, Fim do Estado Brasileiro, nem mesmo defende uma ditadura de direita, até porque, isto vai contra os princípios de direita que defende um Estado pequeno, porém soberano, subordinado às pessoas e não ditador absoluto, conservador e não perseguidor das religiões. Um exemplo de associação grotesca são as taxações de xenófobo e homófobo por respectivamente defender maior controle de quem entra no país e defender que o Estado não deve incentivar o homossexualismo ou querer diminuir homofobia através de doutrinação de crianças com 6 ou 7 anos de idade. Jair Bolsonaro, ao contrário, não defende o fim do Estado, nem defende perseguição à homossexuais, nem impedimento da vinda de estrangeiros para o país, não defende o fim da liberdade religiosa, ele defende a demais, o patriotismo nacional, algo que se perdeu com as doutrinações marxistas pelo país, o conservadorismo que é a manutenção das boas tradições, e a menor interferência do Estado na vida do cidadão.
Com isto percebe-se que há no Brasil dois movimentos perigosos e destrutivos ao país, a extrema-direita e a extrema-esquerda, ambas pregam a divisão nacional, quebra do Estado e possível guerra civil advinda com a incongruência de grupos classistas militantes. Jair Bolsonaro, no entanto, aparece como uma figura patriótica, conservadora, relativamente liberal e cristã, tudo o que nem a esquerda e nem a extrema direita quer para o país atualmente. Com isto, tem-se que há grande fragilidade na taxação de extremo-direita de Jair Bolsonaro e a Extrema Direita de fato.
No próximo artigo vou continuar a argumentação de Como a mídia pretende destruir Bolsonaro, antes das próximas eleições.
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